Francisco Martins Silva Francisco - Domingo, 05 Febrero 2017

Um clamor pelos refugiados

Um êxodo costante a se repetir,

Um povo e em multidão de seu país a sair,

Oh, povo! Vítima da guerra, da ganância de poder,

Clamando por ombros a lhe acolher.

 

Vítimas da guerra, cruzando suas fronteiras

Refugiados estão,

Ameaçados pela fome, doenças, violência...

Buscam alento e até um pedaço de pão.

 

No relento, nos acampamentos refugiados estão

A dependerem das ajudas de outrem,

Que por Deus! Se dignem com amor

Contribuirem como melhor lhes convém.

 

Estão sem pátria!

Nossa casa será vosso chão,

Pois, da Europa, sobretudo da Síria estão a sofrerem

Por causa da guerra e viverem na exclusão.

 

Dispersos por terras aventurando um lar,

Damos-lhes um abraço,

Somos vossos irmãos,

Queremos vos libertar.

 

Buscando sarar vossas feridas,

Um trabalho, vida digna vivenciar,

Mães aos prantos, pais desolados,

Crianças sem escolas, jovens desfigurados querendo a vida ganhar.

 

Deus dar-lhes forças

Nesse mundo desordenado,

E assim busquemos a paz

E vida digna lhes ofertar e a guerra fidará.

 

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